quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dúvida entre dois posts!

Fiquei em dúvida sobre o que escrever desta vez optei por um assunto que tem chamado a atenção de toda a imprensa do Estado do Rio de Janeiro e aos seus moradores (quem dirá do restante do Brasil e do mundo): a crise da Polícia Civil carioca e a, agora, conhecida “operação guilhotina”.
Um post mais sério, digamos assim, mas o que me levou a escrevê-lo foi o fato de eu já ter lido sobre essa operação em algum lugar, bem ante dela se tornar conhecida da sociedade. Aliás, ela somente se tornou conhecida porque suas informações “vazaram” para a imprensa. Na verdade as informações não vazam, elas apenas são jogadas no colo de algum repórter incumbido de divulgá-la. Pra quê? Geralmente para evitar que cabeças pequenas rolem sozinhas, é o famoso ditado popular: “se eu cair, te levo junto!”
Eu (e maioria da população brasileira) assisti ao filme “Tropa de Elite 2” e lá estava a história das milícias e a CPI criada para tratar da corrupção nos altos cargos políticos e de órgãos de segurança do RJ. Mas poucas pessoas das que lotaram as salas de cinema (e isso é lamentável) leram o livro “Elite da Tropa 2”. Eu li e lá está toda a história da tal “operação guilhotina”. Ficou curioso? Leia o livro e depois volte aqui!
“A Operação Guilhotina prendeu 38 pessoas, incluindo policiais civis e militares, acusados de envolvimento com milícias, traficantes e máfia dos caça-níqueis. Entre os presos, está o delegado Carlos Oliveira, que foi subchefe de Polícia Civil.”
“Os policiais presos na Operação Guilhotina, da Polícia Federal, na sexta-feira passada, serão alvos também de uma Comissão Parlamentar de Inquérito criada na Assembléia Legislativa para investigar o tráfico de armas e explosivos e o uso de armamentos pesados por traficantes de drogas e milicianos.
De acordo com o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que presidirá a comissão, a idéia surgiu durante a investigação da CPI das Milícias, que indiciou 226 pessoas em 2008. O objetivo é investigar como as armas entram no estado e quem são os responsáveis por esse tráfico.”
Fontes: eBand e Extra On Line 

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